::: Ao ser convidado para ler O sequestro das emoções, do ponto de vista sociológico, aceitei e fiquei logo encantado com a proposta de um novo homem e de um novo pai para o século XXI. Só não foi possível ler o livro do Luiz Lobo exclusivamente como sociólogo, porque o pai, em mim, foi mais forte. O pai que eu fui, de teimoso, e o pai que eu não fui por me faltarem as informações que agora estão aqui ao meu alcance.

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