terça-feira, 9 de junho de 2026

Ave Zora, Ave Aurora - Antonio Olinto

Ave Zora, Ave Aurora (Poesia), Antonio Olinto, Edição do Autor, 2006, capa brochura, 137 páginas, 199gr, tiragem de 1.000 exemplares. 

::: O poema claro :: As palavras chegam :: Enquanto o poema espera :: Faço-me palavra :: A paisagem :: Uma história de amor :: De tanto amar :: O viver a cada instante :: O desfile dos humilhados :: Ritos de espanto :: Dançar também é preciso :: e mais :::

Prodígios e vertigens da analogia - Jacques Bouveresse

Prodígios e vertigens da analogia - O abuso das belas-letras no pensamento, Jacques Bouveresse, Editora Martins Fontes, 2005, capa brochura, 185x125mm, 163 páginas, 220gr.

::: A arte de passar por "científico" aos olhos dos literatos :: A incultura científica dos literatos é a verdadeira responsável pelo desastre? :: Como os culpados se transformam em vítimas e em acusadores :: As vantagens da ignorância e a confusão como uma forma de compreensão superior :: Os infortúnios de Gödel ou a arte de temperar um teorema famoso ao gosto dos filósofos :: O argumento "Tu quoque"! :: Quem são os verdadeiros inimigos da filosofia? :: Depois do caso Sokal: terão aprendido a lição? :: Liberdade de pensamento sem liberdade de criticar? :::


segunda-feira, 8 de junho de 2026

Armazém do Chico - Chico Anysio

Armazém do Chico - Histórias que vi, ouvi e vivi, Chico Anysio, Editora Landscape, 2005, capa brochura, 158 páginas, 269gr.

::: Me considero um privilegiado de ter construído até aqui uma vida agitada, criativa e cheia de graça. Mas, muitas pessoas contribuíram para isso e o meu papel, vivenciando fatos, ouvindo falar de episódios fantásticos e vendo cenas explícitas de inteligência humana, foi de organizar estas histórias e a cada final de dia mandar para os amigos.

O dia seguinte era aquela festa, comentários, adendos e riqueza de detalhes que contribuíam para os enredos.

Bem, a isto dei o nome de Armazém.

E, atendendo a pedidos, aí está o primeiro de muitos episódios que o Brasil inteiro certamente precisava saber.

A todos aqueles que participam das histórias, volto a dizer: Eu bem que avisei! :::


sábado, 6 de junho de 2026

Turismo e Direito: Convergências - Rui Aurélio de Lacerda Badaró

Turismo e Direito: Convergências, Rui Aurélio de Lacerda Badaró, Editora Senac São Paulo, 2004, capa brochura, 280 páginas, 492gr. 

::: Num mundo cujas barreiras parecem anuladas e em que se mudou a percepção de espaço e de tempo, a mobilidade torna-se um credo. As malhas do planeta estreitam-se sempre mais, seja pela internet e as outras comunicações, seja pela facilidade de viajar em muitos rumos. Pode-se imaginar, nesse contexto de aproximação global vulnerável às explosões da desigualdade, às restrições que o medo impõe, o contencioso da relação entre turismo e direito, assim como as convergências dos dois campos no sentido de uma grande área disciplinar.

Esse assunto novo, encorpado pelo extraordinário desenvolvimento do turismo em anos recentes, apenas começa a ser discutido, com possibilidades de muito relevo ainda nesta década. São autores dos ensaios aqui contidos: Gladston Mamede, Hee Moon Jo, Juliana Kiyosen Nakayama, Jorge Luís Mialhe, Manuel David Masseno, Heloisa Helena de Almeida Portugal, Maria de Fátima Ribeiro, Enedir Beccari, Dorothee Susanne Rüdiger, Ercílio A. Denny, Eldis Camargo Neves da Cunha, Alexandre Rossi, Eduarda Cotta Mamede e Rui Aurélio De Lacerda Badaró.

É um importante lançamento do Senac São Paulo, a que se integram o Centro e a Faculdade de Turismo e Hotelaria. :::


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Antropologia do nome - Sylvain Lazarus

Antropologia do nome, Sylvain Lazarus, Editora Unesp, 2017, capa brochura, 268 páginas, 348gr.

::: A política não é apenas a arte de governar. Por trás desse nome sustenta-se uma complexa dimensão do social que abarca concepções, atitudes, interesses, lutas, rebeldia, conformismo, organização: toda uma gama de situações que, nas sociedades contemporâneas, a objetividade traidiconalmente nos leva a conceber por meio de instituições como o partido e o Estado. É possível, no entanto, compreendê-la de outra forma, em sua interioridade. É o que propõe Sylvain Lazarus ao se engajar neste empreendimento heurístico que dá nome à obra: a constituição de uma antropologia do nome. :::


Humanismos e Anti-Humanismos - Introdução à Antropologia Filosófica

Humanismos e Anti-Humanismos - Introdução à Antropologia Filosófica, Pedro Dalle Nogare, Editora Vozes, 11ª edição, 1988, capa brochura, 479 páginas, 448gr.

::: Humanismos e Anti-Humanismos, obra clássica do filósofo Pedro Dalle Nogare, é um mapeamento histórico das concepções sobre o ser humano. A obra contrapõe a visão clássica e moderna de um homem racional, senhor do seu destino, à crítica contemporânea que descentraliza a figura humana, pondo em xeque a ideia de um "Sujeito" universal e absoluto. 

O livro é estruturado em blocos principais que resumem a evolução da Antropologia Filosófica:

1. Os Humanismos Tradicionais

▪ Humanismo Clássico (Greco-Romano): Fundamenta-se na razão, na virtude e na busca pelo autoconhecimento. O homem é medido pela sua capacidade de pensar e participar da pólis.

▪ Humanismo Cristão: Coloca o ser humano como imagem e semelhança de Deus. O valor da pessoa deriva da transcendência, do amor e da liberdade de escolha.

▪ Humanismo Renascentista: Rompe com o teocentrismo e instaura o antropocentrismo. O homem torna-se o artífice do seu próprio destino e o centro do universo.



2. A Crise do Humanismo (O Nascimento dos Anti-Humanismos)

No século XIX e XX, a ideia do "homem soberano" entra em colapso devido a traumas históricos e novas teorias filosóficas. Surgem os chamados
anti-humanismos: Marxismo, Psicanálise, Estruturalismo, Filosofia Nietzschiana. :::


Tocaia grande (A face obscura) - Jorge Amado

Tocaia grande (A face obscura), Jorge Amado, Editoras Record/Altaya, 1996, capa dura, 421 páginas, 449gr. 

::: Tocaia Grande (1984), de Jorge Amado, narra a fundação e o desenvolvimento de uma cidade no sul da Bahia no início do século XX. A trama acompanha o ex-jagunço Natário da Fonseca, que constrói um povoado marcado pela violência, pela diversidade de seus habitantes e pela resistência ao coronelismo.

O romance tem início quando o jagunço Natário da Fonseca lidera uma tocaia (emboscada) a mando do Coronel Boaventura, dizimando um grupo rival na disputa por terras. Como recompensa, Natário recebe parte dessas terras para o cultivo de cacau.

O local, inicialmente apenas um ponto de parada para tropeiros, transforma-se gradualmente em um movimentado arraial. O que poderia ser uma típica cidade dominada pela opressão transforma-se em um refúgio para as mais diversas camadas marginalizadas da sociedade da época: prostitutas e cafetinas, ex-escravos, comerciantes e imigrantes. :::