quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Ê, Povo, ê - Holanda Cavalcanti

Ê, Povo, ê, Holanda Cavalcanti, Versal Editores, 2007, capa brochura, 163 páginas, 751gr, muito bem conservado. 

::: Desde que iniciou seu trabalho como fotógrafa, Holanda Cavalcanti elegeu os negros para estarem no centro de sua arte. Na Bahia, sua terra do coração, aprendeu a conhecê-los e admirá-los. Em viagens pelo Brasil e pela África, como repórter fotográfica, encontrou semelhanças e diferenças culturais que aguçaram seu interesse e sua sensibilidade.

Este livro apresenta uma seleção do trabalho de mais de 20 anos de Holanda Cavalcanti. Outros fotógrafos elegeram os negros para serem os protagonistas de sua arte. Mas poucos obtiveram o mesmo alcance humano que ela. Por um motivo simples e decisivo: Holanda Cavalcanti tem o dom de captar a beleza das pessoas.

Com a mesma sensibilidade, ela consegue penetrar na interioridade do ser humano e, também, docu-mentar o seu ambiente cultural externo. É esta unidade entre mundo interior e mundo exterior, mais que outras virtudes, o que distingue e qualifica o seu trabalho fotográfico. É o que a torna uma artista especial. :::





quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Francisco Rebolo - Vol. 20 Col. Folha Grandes Pintores Brasileiros

Francisco Rebolo - Volume 20 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 672gr.

::: Francisco Rebolo (1902-80) trabalhou inicialmente como decorador de paredes, foi jogador de futebol e se iniciou na pintura ao ingressar no Grupo Santa Helena em 1933, tornando-se um nome de destaque da "escola paulista" de pintura, como definiu Mário de Andrade em 1939. A obra de Rebolo se caracteriza por um modernismo moderado - essencialmente figurativa, baseia-se em personagens e paisagens da capital paulista. Além de ter sido jogador do Corinthians (de 1921 a 1927), o artista criou na década de 1930 o símbolo que até hoje representa o clube. :::

Cisnes de Leonardo - Karen Essex

Cisnes de Leonardo, Karen Essex, Suma de Letras, 2006, capa brochura, 324 páginas, 572gr.

::: "Cisnes de Leonardo" é a história das fascinantes irmãs dEste - Beatrice, duquesa de Milão, e Isabella, marquesa de Mântua - e de sua competição pelo amor de um dos príncipes mais influentes da Itália, Ludovico Sforza, e pelo prêmio maior: ser imortalizada em um quadro a óleo pelo pintor e engenheiro da corte de Milão, Leonardo da Vinci. Sensual e inteligente, esta história de amor, intriga e arte criada por Karen Essex é inesquecível, e fará você correr em busca das obras do gênio da pintura - não para encontrar as pistas de um mistério, e sim para contemplar os segredos do coração humano. :::

A talentosa Highsmith - Joan Schenkar

A talentosa Highsmith, Joan Schenkar, Editora Globo, 2012, capa dura, ilustrado, 800 páginas, 1.258gr.

::: A história da escritora Patricia Highsmith é tão misteriosa e fascinante quanto a de seu personagem favorito, Tom Ripley, o "herói-criminoso" amoral e ambiguo que protagonizou O talentoso Ripley e outros quatro livros.

Nascida em 1921, em Fort Worth, Texas, Highsmith passou a juventude em Nova York. Mudou-se para a Europa nos anos 1960 e viveu principalmente na França e na Suíça, onde morreu em 1995. Foi mais festejada na Europa do que nos Estados Unidos e, para muitos, alçou o gênero policial à condição de grande literatura.

Com acesso inédito a arquivos, diários, correspondências, objetos pessoais e amigos íntimos, Joan Schenkar produziu um livro original, organizado de acordo com as obsessões de Patricia Highsmith, escritora artisticamente obcecada pelo duplo. Nele é possível contemplar a obra de um gênio peculiar que atraiu cineastas como Alfred Hitchcock, René Clément, Wim Wenders, Anthony Minghella e Liliana Cavani. :::


Ensaio d´um quadro estatístico da província de São Paulo

Ensaio d´um quadro estatístico da província de São Paulo, Coleção Paulística, Volume XI, Daniel Pedro Müller, Governo do Estado de São Paulo, 3ª edição facsimilada, 1978, capa brochura, 266 páginas, 458gr.

::: O isolamento da vila de São Paulo, à época da colônia, resultou, como ninguém ignora, na constituição, no patamar piratiningano, de uma sociedade homogênea, orgulhosa de sua quase autonomia. O Tietê (vale a pena insistir) parece explicar a vocação paulista. Dando as costas ao mar, avança sertão adentro, como que sinalizando nosso destino. A semente dadivosa, plantada pelos bandeirantes, deitou rebentos no solo fértil. O homem do Planalto não decepcionou seus ancestrais. O café chegou ao Vale do Paraíba no fim do século XVIII e, tendo início a marcha verde, ascensional, a Província pobre despertou. :::

Aldo Bonadei - Vol. 17 Col. Folha Grandes Pintores Brasileiros

Aldo Bonadei - Volume 17 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 668gr.

::: O pintor Aldo Bonadei (1906-74) é um nome importante da arte moderna brasileira. Na década de 1930, integra o Grupo Santa Helena - associação de artistas modernistas - e a Família Artística Paulista. Retrata, inicialmente, personagens paulistas e paisagens dos arredores de São Paulo, pintadas ao ar livre na companhia de seus amigos santelenistas. Influenciado pela música, caminha em direção à abstração, participando da I Bienal Internacional de São Paulo em 1951 e da Bienal de Veneza em 1952. Além de pintar, também esteve envolvido na cena teatral de São Paulo, criando figurinos para peças de Nelson Rodrigues (Vestido de Noiva) e de Ariano Suassuna (Casamento Suspeitoso), entre outras. :::




Vicente do Rego Monteiro - Vol. 15 Col. Folha Grandes Pintores Brasileiros

Vicente do Rego Monteiro - Volume 15 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 677gr.

::: Nascido no Recife, Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) foi um dos principais artistas modernistas do Brasil. Inspirado pela cerâmica marajoara e pela cultura indígena, conferiu a suas telas densidade e volume, rompendo com o caráter plano da pintura e aproximando-a da escultura. Alcançou com isso notável originalidade em uma obra marcada pela sinuosidade e pela sensualidade. Em sua produção, Rego Monteiro mostra-se ainda sintonizado com um estilo bastante específico do Modernismo, o Art Nouveau, por meio do uso de curvas que buscam uma elegante regularidade geométrica. Com isso, promove uma refinada e original estilização da temática indigenista brasileira. :::