quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Cisnes de Leonardo - Karen Essex

Cisnes de Leonardo, Karen Essex, Suma de Letras, 2006, capa brochura, 324 páginas, 572gr.

::: "Cisnes de Leonardo" é a história das fascinantes irmãs dEste - Beatrice, duquesa de Milão, e Isabella, marquesa de Mântua - e de sua competição pelo amor de um dos príncipes mais influentes da Itália, Ludovico Sforza, e pelo prêmio maior: ser imortalizada em um quadro a óleo pelo pintor e engenheiro da corte de Milão, Leonardo da Vinci. Sensual e inteligente, esta história de amor, intriga e arte criada por Karen Essex é inesquecível, e fará você correr em busca das obras do gênio da pintura - não para encontrar as pistas de um mistério, e sim para contemplar os segredos do coração humano. :::

A talentosa Highsmith - Joan Schenkar

A talentosa Highsmith, Joan Schenkar, Editora Globo, 2012, capa dura, ilustrado, 800 páginas, 1.258gr.

::: A história da escritora Patricia Highsmith é tão misteriosa e fascinante quanto a de seu personagem favorito, Tom Ripley, o "herói-criminoso" amoral e ambiguo que protagonizou O talentoso Ripley e outros quatro livros.

Nascida em 1921, em Fort Worth, Texas, Highsmith passou a juventude em Nova York. Mudou-se para a Europa nos anos 1960 e viveu principalmente na França e na Suíça, onde morreu em 1995. Foi mais festejada na Europa do que nos Estados Unidos e, para muitos, alçou o gênero policial à condição de grande literatura.

Com acesso inédito a arquivos, diários, correspondências, objetos pessoais e amigos íntimos, Joan Schenkar produziu um livro original, organizado de acordo com as obsessões de Patricia Highsmith, escritora artisticamente obcecada pelo duplo. Nele é possível contemplar a obra de um gênio peculiar que atraiu cineastas como Alfred Hitchcock, René Clément, Wim Wenders, Anthony Minghella e Liliana Cavani. :::


Ensaio d´um quadro estatístico da província de São Paulo

Ensaio d´um quadro estatístico da província de São Paulo, Coleção Paulística, Volume XI, Daniel Pedro Müller, Governo do Estado de São Paulo, 3ª edição facsimilada, 1978, capa brochura, 266 páginas, 458gr.

::: O isolamento da vila de São Paulo, à época da colônia, resultou, como ninguém ignora, na constituição, no patamar piratiningano, de uma sociedade homogênea, orgulhosa de sua quase autonomia. O Tietê (vale a pena insistir) parece explicar a vocação paulista. Dando as costas ao mar, avança sertão adentro, como que sinalizando nosso destino. A semente dadivosa, plantada pelos bandeirantes, deitou rebentos no solo fértil. O homem do Planalto não decepcionou seus ancestrais. O café chegou ao Vale do Paraíba no fim do século XVIII e, tendo início a marcha verde, ascensional, a Província pobre despertou. :::

Aldo Bonadei - Vol. 17 Col. Folha Grandes Pintores Brasileiros

Aldo Bonadei - Volume 17 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 668gr.

::: O pintor Aldo Bonadei (1906-74) é um nome importante da arte moderna brasileira. Na década de 1930, integra o Grupo Santa Helena - associação de artistas modernistas - e a Família Artística Paulista. Retrata, inicialmente, personagens paulistas e paisagens dos arredores de São Paulo, pintadas ao ar livre na companhia de seus amigos santelenistas. Influenciado pela música, caminha em direção à abstração, participando da I Bienal Internacional de São Paulo em 1951 e da Bienal de Veneza em 1952. Além de pintar, também esteve envolvido na cena teatral de São Paulo, criando figurinos para peças de Nelson Rodrigues (Vestido de Noiva) e de Ariano Suassuna (Casamento Suspeitoso), entre outras. :::




Vicente do Rego Monteiro - Vol. 15 Col. Folha Grandes Pintores Brasileiros

Vicente do Rego Monteiro - Volume 15 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 677gr.

::: Nascido no Recife, Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) foi um dos principais artistas modernistas do Brasil. Inspirado pela cerâmica marajoara e pela cultura indígena, conferiu a suas telas densidade e volume, rompendo com o caráter plano da pintura e aproximando-a da escultura. Alcançou com isso notável originalidade em uma obra marcada pela sinuosidade e pela sensualidade. Em sua produção, Rego Monteiro mostra-se ainda sintonizado com um estilo bastante específico do Modernismo, o Art Nouveau, por meio do uso de curvas que buscam uma elegante regularidade geométrica. Com isso, promove uma refinada e original estilização da temática indigenista brasileira. :::
















Lasar Segall - Volume 6 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros

Lasar Segall - Volume 6 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, fartamente ilustrado, 667gr.

::: Nascido na Lituânia e marcado pela condição de emigrante, Lasar Segall (1891-1957) foi o principal artista da vanguarda europeia a se radicar no Brasil, onde criou grande parte de sua obra.  Depois de viver os anos de formação em Berlim, expôs em São Paulo e Campinas em 1913, retornou em 1923 e mudou-se definitivamente para o Brasil em 1932. O impacto inicial da cor tropical transformou sua paleta, emprestando-lhe cores claras e luminosas, mas essa exuberância durou pouco - Segall logo retomou o aspecto intimista, psicológico e expressionista de sua pintura. Um dos fundadores da Sociedade Pró-Arte Moderna (SPAM), esteve muito próximo dos modernistas de São Paulo. Em 1967, dez anos após sua morte, a casa em que viveu e trabalhou, na Vila Mariana, foi transformada no Museu Lasar Segall. :::




terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Arcangelo Ianelli - Vol. 2 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros

Arcangelo Ianelli, Volume 2 da Coleção Folha Grandes Pintores Brasileiros, Folha da Manhã & Instituto Itaú Cultural, 2013, capa dura, 28,5x24cm, 93 páginas, 673gr.

::: Reconhecido como um expoente do Abstracionismo Geométrico, Arcangelo Ianelli (1922-2009) sou dialogar com as tendências artísticas do século XX sem perder jamais a singularidade. Notável pelas inovações de linguagem, sua obra nasce de um refinado jogo de cores e formas que se sobrepõem e se encadeiam em equilibrada harmonia, como as notas de uma composição musical. O artista paulista iniciou a carreira nos anos 1940 pintando paisagens e retratos, e após duas décadas de intensa atividade encontrou seu caminho para a abstração a partir da pura simplificação de cores e formas. "A cor é suficiente para construir e expressar nosso universo", costumava dizer. :::