quinta-feira, 14 de maio de 2026

O país dos petralhas - Reinaldo Azevedo

O país dos petralhas, Reinaldo Azevedo, Editora Record, 2ª edição, 2008, capa brochura, 338 páginas, 513gr.

::: "Não pedirei a compreensão dos que se arvoram a ser juízes do meu trabalho só porque tenho a grande ousadia de defender o cumprimento da Constituição e da leis - ou tentem evidenciar o contrário -, e chamo de 'petralhas' (também de vagabundos, esquerdopatas, meliantes morais, vigaristas - a lista é imensa) os que pretendem solapar as bases da sociedade democrática. Quando Stédile invade uma fazenda produtiva, ao arrepio da lei, não vejo por que ele deva merecer um tratamento diferente do que recebe Marcola. E escrevo isso. E escrevo porque posso escrever. E escrevo porque não devo satisfações aos aiatolás do pluralismo de um lado só". :::


A Primeira República - Edgard Carone

A Primeira República, Edgard Carone, Difel, 1969, capa brochura, 304 páginas, 368gr.

::: Proclamação dos membros do Governo Provisório (15/11/1889) :: O primeiro decreto do Governo Provisório (15/11/1889) :: Golpe de Estado do Barão de Lucena: o presidente da República aos brasileiros (03/11/1891) :: Manifesto de Floriano à nação (23/11/1891) :: Carta-manifesto dos 13 generais (31/03/1892) :: Proclamação do Contra-Almirante Custódio José de Melo (06/09/1893) :: Manifesto de Saldanha da Gama: o monarquismo (07/12/1893) :: A "cordialidade brasileira": 1893 e Canudos :: Tentativa de restauração monárquica (24/08/1902) :: Coronelismo e Oligarquias :: Economia agrária :: Desenvolvimento industrial e expansão imperialista :: Classes sociais :: Forças armadas :: e mais :::

Dicionário da Pintura Moderna

Dicionário da Pintura Moderna, Editora Hemus, 1981, capa brochura, 380 páginas, 536gr

::: Acolhido, como obra de referência indispensável e de documentação, o "Dicionário da Pintura Moderna" veio ao encontro de nova necessidade: o interesse crescente que atraia para a arte moderna público sempre mais numeroso e mais exigente.

De tal maneira o dicionário abarca um século de pintura, de 1850 a 1950: de Manet a Pollock, do Impressionismo à "action painting." O leitor pode estar certo de que encontra panorama completo e detalhado das diversas tendências da pintura moderna, tanto na França quanto no estrangeiro.

A amplitude do projeto impunha certos limites. Se não hesitamos em conceder lugar saliente aos artistas que se situam no fim do último século e no princípio do atual, tivemos, ao invés, no que respeita a atualidade mais recente - matéria fluida e mutável - de nos limitar aos pintores que até agora ofereceram o que há de essencial na sua mensagem logo após o término da segunda guerra mundial. E, portanto, possível, ou mesmo provável que este dicionário pareça a alguns leitores, incompleto. Contudo, pensamos que realizamos a nossa tarefa, nos limites que nos impusemos, com eqüidade e honestidade. Quisemos que cada monografia não fosse tão-só enumeração seca de datas e descrições, mas também estudo critico, análise exaustiva e, tanto quanto possível, atraente do talento ou do gênio, concepções, técnica, influências sofridas e transmitidas, que caracterizam o artista e o situam no meio e no tempo respectivos.

Complemento essencial dessas monografias são as rubricas relativas aos diversos movimentos, tendências e grupos que contribuíram para a formação e desenvolvimento das expressões mais diversas de nossa época, do Impressionismo à Abstração: Nabis, Jugendstil, Fauvismo, Cubismo, Bauhaus, Expressionismo etc. De tal maneira situa-se cada pintor no respectivo movimento pictórico; e conse-gue-se retificar o que teria podido haver de arbitrário na classificação alfabética.

A esses artigos de base, vëm juntar-se outros: uns consagrados aos homens que se misturaram intimamente à vida artística do seu tempo, ou que por vezes chegaram mesmo a suscitá-la, de Apolinário a Breton, de Fénéon ao dr. Gachet, ou ainda de Kahnweiller a Herwarth Walden e Alfred Stieglitz; outros acontecimentos como os "Ballets" Russos, o "Armory Show"; a publicações como a Revista Branca, O Espírito Novo; a lugares tão ricos de recordações como La Ruche ou le Bateau-Lavoir.

Em resumo, o leitor disporá não só de instrumento de trabalho preciso e documentado, mas igualmente de livro próprio ao deleite e à reflexão, cada autor tendo-se esforçado por tornar sensível o halo dificil de definir apesar de muito real que percebeu em torno de tal mestre ou tal escola. Por nossa vez, sustentamos esse esforço de análise e de ressurreição por meio de abundante ilustração, escolhendo principalmente quadros em que os pintores oferecem o que têm de melhor e por meio dos quais conseguem sobreviver a si próprios. :::


Os 13 princípios do sucesso em vendas - Lupércio Hilsdorf

Os 13 princípios do sucesso em vendas, Lupércio Hilsdorf, Editora Laselva, 2009, capa brochura, 128 páginas, 190gr.

::: Os 13 princípios do sucesso em vendas é uma experiência marcante e transformadora para o leitor que quer desenvolver seu potencial em vendas. Seu texto proprociona insights que levam o profissional a repensar sua carreira e seu estilo de vida. Ele é, antes de tudo, um livro de automotivação e comunicação interpessoal - principais fatores de sucesso no mundo dos negócios. 

A leitura de Os 13 princípios do sucesso em vendas vai levá-lo à reflexão sobre as posturas e atitudes mais adequadas para condução de relacionamentos bem-sucedidos e duradouros. Você vai conhecer, me profundidade, conceitos, ideias e técnicas tão importantes que lhe permitirão adotar verdadeiras inovações em sua maneira de atuar. Vai ampliar sua visão conceitual sobre o universo dos negócios, tornar sua argumentação fascinante e melhorar sua capacidade de comunicação. :::

e-Boca Livre, Carlos Alberto Dória (Cadoria)

e-Boca Livre, Carlos Alberto Dória (Cadoria), Editora Tapioca, 2015, capa brochura, 256 páginas, 457gr.

::: Num trabalho coerente e sistemático de pesquisa, que já ocorre há mais de vinte anos, surge agora e-Boca Livre, coletânea de mais de 200 posts do blog do autor. 
Carlos Alberto Dória dispara para todos os lados a sua crítica visando despertar o leitor para as contradições da culinária atual, os seus momentos virtuosos e, sobretudo, o que merece atenção e reflexão para não se comer gato por lebre. :::

Leviatã - Boris Akunin

Leviatã, Boris Akunin, Editora Objetiva, 2004, capa brochura, 282 páginas, 411gr.

:: Literatura russa

::: Paris, 15 de março de 1878. A polícia descobre na rue de Grenelle, no palacete de lorde Littleby, o corpo sem vida do dono da casa, cuja cabeça foi quebrada por um objeto contundente, e de seus nove empregados, mortos, ao que parece, pela injeção de uma dose mortal de morfina.

A polícia parisiense só dispõe de um indício. Foi encontrado na mão do lorde Littleby um distintivo de ouro representando uma baleia: o emblema do Leviatã, um navio gigante que deve deixar Southampton em 19 de março com destino a Calcutá.

Já que o distintivo de ouro fora entregue apenas a passageiros da primeira classe e a oficiais superiores, a polícia francesa decide procurar o passageiro que não estivesse com seu emblema, pois certamente seria o assassino. 

O caso se complica quando se descobre que vários passageiros não usam o famoso distintivo. Em particular, um curioso diplomata russo, um certo Erast Fandórin. :::


sábado, 9 de maio de 2026

Poesia e vida de Cruz e Souza - Raimundo Magalhães Júnior

Poesia e vida de Cruz e Souza, Raimundo Magalhães Júnior, Editora das Américas, 1961, encadernado com a capa brochura, 203 páginas, 464gr.

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