::: Erudito, crítico, irônico é o Hospital das Letras, de D. Francisco Manuel de Melo, celebrado escritor português do século XVII.
1000 Resenhas
A princípio, seriam mil resenhas, mas logo chegarei a duas mil! Resenha, resumo... se o livro não tiver, o índice! No menu lateral, alguns assuntos, abrangendo cerca de 10% das resenhas do blog! Os títulos do blog são aqueles que vou cadastrando no site ou na Estante Virtual!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Hospital das Letras - D. Francisco Manoel de Melo
Hospital das Letras, D. Francisco Manoel de Melo, Editorial Bruguera, s/d, capa brochura, 17,5x10,5cm, 141 páginas, 97gr.
O ponto onde estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista
O ponto onde estamos - Viagens e viajantes na história da expansão e da conquista (Portugal, séculos XV e XVI), Paulo Miceli, Editora Scritta, 1994, capa brochura, 238 páginas, 370gr.
::: O ponto onde estamos é mais que um livro sobre a época dos descobrimentos e das conquistas marítimas. Contrapõe-se à versão dominante da historiografia e aos rompantes cinematográficos à la Cecil B. de Mille. Paulo Miceli oferece ao leitor vasto painel do cotidiano das navegações. Em um apurado trabalho de pesquisa histórica, o autor reconstitui as dificuldades e os dramas a bordo das naus portuguesas nos séculos XV e XVI.
Nada é o que parece ser - Contos dispersos de Patricia Highsmith
Nada é o que parece ser, Contos dispersos de Patricia Highsmith, Editora ARX, 2005, capa brochura, 541 páginas, 741gr.
À margem de Alice - Joanna Hershon
À margem de Alice, Joanna Hershon, Editora Best Seller, capa brochura, 448gr.
::: Charlotte e Alice trabalhavam juntas em silêncio. Alice olhava para sua mãe, de quatro no chão, e se certificava de que ela estava esfregando. As mãos de Charlotte se pareciam com as suas. Eram mãos de dedos curtos e unhas roídas que não pareciam nada maternais. Seu cabelo era impressionantemente grosso, da cor exata de uma noz, e olhar era tudo o que Alice podia fazer para não tocá-lo do modo como tocaria um cavalo em uma baia - hesitante, com amor e medo, além de uma vergonha incessante pelos bolsos vazios de maçãs e açúcar, pela incapacidade de cavalgar. :::
Antologia do negro brasileiro - Edison Carneiro
Antologia do negro brasileiro, Edison Carneiro, Editora Globo, 1950, capa brochura, 432 páginas, 475gr.
:: Os estudos negros e a escola de Nina Rodrigues - Arthur Ramos :: O negro: objeto de ciência - Sylvio Romero :: O mandato da raça negra - Joaquim Nabuco :: Proteção aos escravos - José Bonifácio :: Carta de liberdade para os combatentes da independência :: A extinção do tráfico - Perdigão Malheiro :: A lavoura e o tráfico - Eusébio de Queiroz :: Liberdade do ventre - Silva Guimarães :: Extradição de escravos - Joaquim Nabuco :: Comércio interior de escravos - Tavares Bastos :: A última fonte de escravidão - Perdigão Malheiro :: e mais :::
Liberdade do ventre (Projetos) - Silva Guimarães
A Assembleia Geral Legislativa decreta:
Art. 1º - Todos os nascidos de ventre escravo no Brasil serão considerados livres da data da presente lei em diante.
Art. 1º - Todos os nascidos de ventre escravo no Brasil serão considerados livres da data da presente lei em diante.
Art. 2º - Os senhores de escravos ficam obrigados a libertar os mesmos escravos, toda vez que estes, pela sua alforria, derem uma quantia igual àquela por que foram comprados, doados ou havidos por qualquer outro título.
Art. 3º - Os senhores de escravos que forem casados não poderão vender ou alienar por qualquer forma um dos cônjuges sem o outro, sob pena de nulidade da alienação.
Ficam revogadas as leis e disposições em contrário.
Contos de sábado à tarde - Filippo Garozzo
Contos de sábado à tarde, Filippo Garozzo, Editora de Cultura, 2006, capa brochura, 480 páginas, 587gr.
::: "Trata-se de um escritor que domina finamente os mais sutis engenhos do texto", disse sobre Contos de São Paulo o jornalista Renato Pompeu, escritor que é também um sutil leitor. Evidentemente, esse foi um dos pontos a impressionar a editora que eu sou quando, num feriado de Carnaval, comecei a ler o livro que se tornaria a estreia literária de Filippo Garozzo.
Desavisada, abri aquele volume pensando encontrar só uma enfiada de contos, mas esbarrei numa introdução que postergava a ficção. E, antes dela, apareceu ainda uma narrativa histórica sobre o bairro da Bela Vista. Adiante, um bairro descrito, um conto; mais um bairro descrito, mais um conto. E assim me descobri lendo um livro que era dois. E, a seguir, insistindo em publicar o trabalho, para o qual o autor pedira apenas a opinião da amiga e ex-colega jornalista dos bons tempos da revista Visão.
Neste Contos de sábado à tarde, o autor faz agora um quase romance. Nele, seis amigos se reúnem nas tardes de sábado para jogar conversa fora no Café Molisano, cujo dono, entre um cliente e outro, participa também das discussões. São eles que, conduzidos pelos assuntos surgidos no bate-papo, contam as histórias. E são eles, muitas vezes, também os personagens delas, com suas ambições, suas covardias, suas paixões, seus erros incômodos. :::
Rebeliões da Senzala - Clovis Moura
Rebeliões da Senzala, Clovis Moura, Edições Zumbi, 1959, capa brochura, 237 páginas, 240gr.
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