quinta-feira, 23 de julho de 2026

A presença da Bahia na Música Popular Brasileira

A presença da Bahia na Música Popular Brasileira, Luiz Américo Lisboa Junior, Musi Med & Linha Gráfica Editora, 1990, capa brochura, 224 páginas, sendo 210 com texto, 286gr.

::: Quando alguém ouve falar por exemplo de Carmem Miranda, vem logo ao pensamento aquela sua inconfundível imagem de baiana, cantando o famoso samba de Dorival Caymmi, "O que é que a baiana tem?". Mas quando foi mesmo composta esta música? São perguntas que as vezes nos fazemos e por falta de informações mais precisas não encontramos a resposta

Pois bem, agora a sua curiosidade vai se dissipar ao ler "A PRESENÇA DA BAHIA NA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA", de Luiz Americo Lisboa Junior. Neste trabalho, veremos entre outras coisas que o primeiro disco de Francisco Alves foi uma música com temas baianos e que causou muito alvoroço na época de sua gravação. E Orlando Silva, o "Cantor das multidões"? Este também iníciou sua carreira fonográfica aos dezenove anos de idade, em 1935, interpretando um samba com o título de "Olha a baiana".

Tudo isso e muito mais é mostrado de forma clara numa pesquisa abrangente onde tomaremos contatos com as primeiras manifestações musicais produzidas na Bahia desde o tempo da Colônia num breve co-mentário, passando pela modinha, lundu e chegando finalmente ao ano de 1902, quando um baiano de nome Manoel Pedro dos Santos gravou o primeiro disco no Brasil com uma música de outro baiano chamado Xisto Bahia

A partir daí até 1964, quando desapareceram do mercado os gloriosos discos de 78 r.p.m., a Bahia estará presente como um dos temas prediletos dos músicos populares, com suas músicas, intérpretes, compo-sitores e respectivas letras analisadas ano a ano numa verdadeira viagem musical no Brasil do século vinte.

Deste modo estará se fazendo uma homenagem à Bahia e preenchendo uma lacuna muito grande dentro da historiografia musical brasileira, levando este conhecimento às diversas regiões do país e permean-do de informações todos aqueles que gostam de música popular, história, sociologia, etc... Por fim, colaborando de maneira imprescindível para o resgate da memória musical de nosso povo. :::




Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Volume LXXXV

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Volume LXXXV, São Paulo, 1990, capa brochura, 262 páginas, 339gr. 

::: 25 de Janeiro de 1990 - Duílio Crispim Farina :: Mário Savelli - Odilon Nogueira de Matos :: O historiador Washington Luís - Célio Debes :: O Presidente Tancredo Neves - Silvio Marone :: Villa Lobos, 30 anos depois - Vasco Mariz :: A influência de Ortega y Gasset no Brasil - Adérito Calado :: e mais :::

terça-feira, 21 de julho de 2026

Vinho Branco - O prazer é todo seu - Sérgio Inglez de Sousa

Vinho Branco - O prazer é todo seu, Sérgio Inglez de Sousa, Editora Marco Zero, 2006, capa brochura, 176 páginas, 314gr.

::: Terceiro volume de uma série de obras bem objetivas, este é um livro para o registro metódico do delicioso exercício da degustação.

Para essa prazerosa prática, Sérgio Inglez de Sousa, renomado enófilo, lança seu novo trabalho: um roteiro facilitador de degustação de vinhos brancos para uma apreciação completa da bebida.

Degustar um vinho branco é um deleite que pode ser ampliado à medida que se desenvolve a memória gustativa pessoal. Cem fichas cuidadosamente elaboradas, que serão preenchidas pelo leitor, permitem a iniciantes e iniciados organizarem seu próprio banco de dados.

A parte inicial do livro oferece as bases conceituais para que o leitor possa conduzir bem cada degustação. A instituição dessa padronização, pela construção da matéria gustativa, constitui uma fonte de consulta que possibilita ao degustador acompanhar seu desenvolvimento sensorial, e deliciar-se muito mais a cada nova - ou renovada - experiência. :::

Teatro de Atitudes - Carlos Cartaxo

Teatro de Atitudes, Carlos Cartaxo, Editora Sal da Terra, 2005, capa brochura, 196 páginas, 232gr.

::: O livro demonstra a necessidade de um fazer teatral esteticamente ligado às atitudes do cotidiano social. Tanto a forma como o conteúdo devem estar construídos de tal maneira que seus signos provoquem uma ação interior, estimulando assim uma leitura completa da obra de arte. Além dos capítulos teóricos, há a publicação de dois textos teatrais: O Espigão Gaiato e O Tico-Tico Cantador, que ratificam o significado do Teatro de Atitudes. :::

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Um Livro Forjado no Inferno - O Tratado Escandaloso de Espinosa

Um Livro Forjado no Inferno - O Tratado Escandaloso de Espinosa e o nascimento da era secular, Steven Nadler, Editora Três Estrelas, 2013, capa brochura, 344 páginas, 543gr.

 ::: "Um livro forjado no inferno", de Steven Nadler, especialista em Espinosa e no pensamento do século XVII, narra a história extraordinária do Tratado teológico-político e expõe com clareza as ideias subversivas dessa obra que tanto influenciou a Era Moderna e a luta por sociedades tolerantes e democráticas. :::

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Os dez segredos da felicidade abundante - Adam Jackson

Os dez segredos da felicidade abundante, Adam Jackson, Editora Isis, s/d, capa brochura, 157 páginas, 202gr.

::: Pergunte às pessoas o que elas mais desejam na vida, e a resposta mais comum que você ouvirá será: "Eu só quero ser feliz." Por que será então que tão poucas pessoas são felizes? Por que será que uma das áreas que mais cresce na indústria farmacêutica é a dos antidepressivos? Por que será que o número de pessoas que se consideram felizes é tão pequeno? Será que estamos procurando a felicidade nos lugares certos? Todos temos, porém, o poder de sermos felizes. Não depende de quanto dinheiro se tem ou não, o emprego que se tem ou onde se vive. Quaisquer que sejam as circunstâncias, você tem o poder não só de ser feliz, mas também de experimentar a felicidade em abundância. Nas páginas deste livro você descobrirá que isto é possível.

Atravessamos o mundo em busca da felicidade, sendo que ela está aqui, ao nosso alcance. (Horácio) :::


segunda-feira, 6 de julho de 2026

Criatividade feminina - Um guia para reconhecer e usar o seu potencial

Criatividade feminina - Um guia para reconhecer e usar o seu potencial, C. Diane Ealy, Editora Campus, 1996, capa brochura, 246 páginas, 398gr.

::: Ao desenvolvermos nossa criatividade, nossa jornada é de crescimento e amadurecimento. Passamos a nos autoconhecer, recuperando o equilíbrio entre o masculino e o feminino, tanto em nós mesmos quanto na sociedade. Quebramos a autoridade de ditames culturais que emperram nossa individualidade. Nesse processo, resgatamos nosso poder feminino, o poder que temos sobre nós mesmas. Aprendemos que a recusa a reconhecer nosso poder inerente é tão danosa quanto o uso do poder para aproveitar-se de outras pessoas. Ao nos tornarmos mais criativas em nossa abordagem dos relacionamentos, nossas interações com as outras pessoas também as energiza. O caminho vital à vida criativa leva à totalidade e a uma visão ampliada das nossas possibilidades. :::