1000 Resenhas
A princípio, seriam mil resenhas, mas logo chegarei a duas mil! Resenha, resumo... se o livro não tiver, o índice! No menu lateral, alguns assuntos, abrangendo cerca de 10% das resenhas do blog! Os títulos do blog são aqueles que vou cadastrando no site ou na Estante Virtual!
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Clima e saúde, Volume 129 da Brasiliana, Afrânio Peixoto
Imprensa Maçônica Brasileira - Kurt Prober
Exemplar 777 de 800.
Simbolismo do Terceiro Grau - Mestre - Rizzardo da Camino
Selma e Sinatra - Martha Medeiros
Nem tudo é o que parece, ou o que promete. O encontro de Selma e Guta provoca sentimentos inesperados, frustrações e desafios.
A prosa de Martha Medeiros nos remete às armadilhas deste encontro com sutileza, como se, aparentemente, apenas contasse histórias sobre duas mulheres. Bem, Martha é especialista no assunto - poeta de bela estirpe, se tornou uma das colunistas mais lidas do país, escrevendo sobre nossas obsessões e afetos, e com esta ficção nos apresenta uma pequena joia literária. :::
Todas as Serpentes do Paraíso - Chantal Dalmass
::: Todas as serpentes do paraíso traz emaranhados de situações e vidas que se cruzam e terminam em trágicas coincidências.
Os Viventes (Poesia) - Carlos Nejar
Os Viventes pode ser comparado a uma Comédia Humana em miniatura. Para contar em versos a análise do ser humano nas tarefas mais singelas do espírito e as histórias dos grandes mitos, Nejar adicionou aos 66 personagens que povoaram a primeira edição (1979) mais 113, em verdadeira profusão poética. São carteiros, pintores, escritores, médicos, vultos da infância, músicos, lavradores, construtores, animais, além de figuras clássicas como os bufões de Velásquez, insanos de Goya, Eva, Adão, Ulisses, Moisés, entre outros. O poeta Carlos Nejar levou vinte anos para ampliar a obra e anexar novos territórios à palavra. As personagens não são apresentadas como objetos de uma admiração passiva. Eles são co-criadores e os protagonistas de uma saga. Mitos como Narciso, Sísifo, Tântalo e Caronte reescrevem suas histórias com o fôlego da contemporaneidade. Não há como saber se Nejar sonhou com "os viventes" ou se foram "os viventes" que o sonharam. O que se tem certeza é que, satíricos ou líricos, épicos ou dramáticos, sábios ou experientes, todos que por falta de tempo calaram tomam o tempo e ressurgem plenos de sentido nesta "alma geral" que reside em Os Viventes. :::






