segunda-feira, 1 de junho de 2026

Todas as Serpentes do Paraíso - Chantal Dalmass

Todas as Serpentes do Paraíso, Chantal Dalmass, Objetiva, 2000, capa brochura, 142 páginas, 215gr.

::: Todas as serpentes do paraíso traz emaranhados de situações e vidas que se cruzam e terminam em trágicas coincidências.
A executiva fatal e misteriosa, apaixonada pelo amante. A menina sedutora. A viúva traída que precisa matar., matar com as próprias mãos. O publicitário de muitas namoradas. A escritora casada e seus dois homens.
Vítimas dos próprios instintos, homens e mulheres se amam e se desesperam no mundo sensual de Chantal Dalmass. :::

Os Viventes (Poesia) - Carlos Nejar

Os Viventes (Poesia), Carlos Nejar, Editora Record, 1999, capa brochura, 444 páginas, 483gr.

Os Viventes pode ser comparado a uma Comédia Humana em miniatura. Para contar em versos a análise do ser humano nas tarefas mais singelas do espírito e as histórias dos grandes mitos, Nejar adicionou aos 66 personagens que povoaram a primeira edição (1979) mais 113, em verdadeira profusão poética. São carteiros, pintores, escritores, médicos, vultos da infância, músicos, lavradores, construtores, animais, além de figuras clássicas como os bufões de Velásquez, insanos de Goya, Eva, Adão, Ulisses, Moisés, entre outros. O poeta Carlos Nejar levou vinte anos para ampliar a obra e anexar novos territórios à palavra. As personagens não são apresentadas como objetos de uma admiração passiva. Eles são co-criadores e os protagonistas de uma saga. Mitos como Narciso, Sísifo, Tântalo e Caronte reescrevem suas histórias com o fôlego da contemporaneidade. Não há como saber se Nejar sonhou com "os viventes" ou se foram "os viventes" que o sonharam. O que se tem certeza é que, satíricos ou líricos, épicos ou dramáticos, sábios ou experientes, todos que por falta de tempo calaram tomam o tempo e ressurgem plenos de sentido nesta "alma geral" que reside em Os Viventes. :::



Histórias íntimas - Sexualidade e Erotismo na História do Brasil

Histórias íntimas - Sexualidade e Erotismo na História do Brasil, Mary del Priore, Editora Planeta, 2001, capa brochura, 256 páginas, 260gr.

::: Neste livro, casos saborosos são narrados por uma das maiores historiadoras do país, Mary del Priore. Em “Histórias Íntimas”, ela mostra como a sexualidade e a noção de intimidade foram mudando ao longo do tempo, influenciadas por questões políticas, econômicas e culturais, e passaram de um assunto a ser evitado a todo custo. :::

A ponta do iceberg - Os humanóides 1 - J. J. Benítez

A ponta do iceberg - Os humanóides 1, J. J. Benítez, Editora Mercuryo, 1992, capa brochura, 192 páginas, 235gr.

::: A Ponta do Iceberg - Os Humanóides 1, do ufólogo e escritor J. J. Benítez, é o primeiro volume de uma série focada em casos ufológicos. O autor defende que os avistamentos e contatos imediatos documentados são apenas a "ponta do iceberg" de uma vasta presença alienígena e manipulação da história humana. 

O livro parte da premissa de que os fenômenos extraterrestres não são eventos isolados ou raros. Para Benítez, a humanidade tem sido visitada, observada e possivelmente manipulada por seres inteligentes não-humanos ao longo de milênios, e as aparições modernas que chegam ao público representam apenas uma fração insignificante dessa realidade. :::


Simbolismo do Segundo Grau - Companheiro

Simbolismo do Segundo Grau - Companheiro, Rizzardo da Camino, Editora Madras, 2009, capa brochura, 256 páginas, NOVO, lacrado.

::: Todo obreiro terá aqui as ferramentas necessárias para rapidamente transpor mais essa jornada e adentrar na penúltima fase do Simbolismo de que se reveste a Maçonaria para a transmissão de seus conhecimentos.

Que cada Ir. obreiro encontre aqui a luz para dirimir suas dúvidas e ampliar a compreensão desse vasto universo, com o auxílio inestimável dos preciosos conhecimentos contidos neste livro. :::

A Maçonaria e a Cabala - A Árvore e a Loja

A Maçonaria e a Cabala - A Árvore e a Loja - A Influência da Cabala nos Ritos Maçônicos, João Anatalino Rodrigues, Editora Madras, 2021, capa brochura, 222 páginas, 287gr.


::: São muitas as influências que constituem a base do simbolismo encontrado na Maçonaria. Gnose, hermetismo, pitagorismo, alquimia e, de forma muito especial, a Cabala. Nessa antiga tradição da cultura judaica encontramos o cerne da espiritualidade cultivada na prática maçônica. Por isso podemos dizer que Maçonaria e a Cabala são sócias do mesmo empreendimento espiritual e que a Maçonaria pode ser chamada de a “Cabala do Ocidente”. A Cabala aparece na história do pensamento humano como uma forma de linguagem desenvolvida pela comunidade israelense com o propósito específico de interpretar a palavra de Deus, expressa na Torá e nos escritos dos profetas. A Maçonaria é uma organização construída a partir do arquétipo que conhecemos como Confraria. Das organizações obreiras medievais – particularmente as guildas dos construtores de igrejas – a Ordem emprestou a estrutura organizacional e a mística de seus ritos de passagem. Das correntes filosóficas e das ideias que permearam o pensamento religioso místico da alta Idade Média e passagem para a Idade Moderna ela incorporou sua base espiritual. Este livro mostra, em uma linguagem simples e acessível, a influência da Cabala nos ritos e na proposta filosófica – espiritualista da Maçonaria. Sua meta é proporcionar aos maçons e às pessoas interessadas nesse tema uma breve e singela incursão nesse campo pouco explorado da mística e do simbolismo que fundamentam a chamada Arte Real. :::

As Chaves Perdidas da Maçonaria - O Segredo de Hiram Abiff

As Chaves Perdidas da Maçonaria - O Segredo de Hiram Abiff, Editora Madras, 2ª edição, 2016, capa brochura, 120 páginas, 158gr.


::: Esta obra procura dirigir a atenção do leitor, seja maçom ou não, para o lado espiritual contido na ritualística maçônica. Mos¬tra que, na busca da verdade e na coexistência da Ciência e da Teologia, o Homem encontra o conhecimento de si mesmo, ins¬pirado apenas pelo Grande Arquiteto do Universo.No Prólogo, é feita uma análise da Noite Cósmica que deu lugar à Luz no início dos tempos, com as considerações sobre o ato da criação divina. Analogamente, é feita uma alegoria à Construção do Templo e à morte de seu Construtor, o Mestre Hiram Abiff.O autor afirma que a Maçonaria não é algo material, e sim uma ciência da alma; não é um credo ou uma doutrina, mas a expressão universal da Sabedoria Divina; e que Ritual Maçônico não é apenas uma simples cerimônia, mas uma vida a ser vivida. Desse modo, refere-se aos mistérios ocultos da Ordem.As chaves aqui apresentadas, se apenas lidas, deixarão o leitor ainda na ignorância. Mas, se vividas, transformarão a Maçonaria Especulativa de hoje na Maçonaria Operativa de amanhã, quando cada construtor, reconhecendo seu próprio lugar, verá coisas que nunca tinha visto não porque não estivessem lá, mas porque ele estava cego. Por isso, o autor ressalta: “Não há pior cego do que aquele que não quer ver”. :::