::: "Ora, direis, ouvir estrelas..." Menos que ouvir, ler. Menos que ler, entender e surpreender-se desvendando alguns de seus mistérios, um espanto ou outro, pequeninas e atraentes luzes na negritude imensa de uma solidão infinita que é a caracerística da maneira de ser do artista.
E é exatamente uma estrela que nos surpreende e nos grita, do fundo de sua sensibilidade e de sua solidão. Uma bela estrela, uma bem promovida estrela (talvez, em remotas épocas, capa de revista ou candidata a pin-up girl) e que, subitamente, através de sua prosa poética, surge mostrando-nos um avesso rico, limpo, poético e repleto de ternura. Ora, quem diria?! :::

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