Simonsen
resgata os primeiros passos da produção manufatureira e sua relação com a
economia colonial e cafeeira. Para
ele, o atraso brasileiro não era moral ou institucional, mas estrutural —
dependência de produtos primários e falta de progresso técnico interno. O
mercado sozinho não garantiria a industrialização; era necessário planejamento
econômico, investimento em infraestrutura e proteção à indústria nascente.
Simonsen
defendia o desenvolvimentismo e o planejamento, enquanto Gudin sustentava o
liberalismo clássico. Esse embate moldou a política econômica brasileira.
O autor recorreu a inventários, cartas régias, regulamentos e documentos raros para fundamentar sua análise. :::

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