quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Carrancas do São Francisco - Paulo Pardal

Carrancas do São Francisco, Paulo Pardal, Editora Martins Fontes, 2006, capa brochura, 3ª edição, 274 páginas, 383gr. 

::: Figuras de proa, carrancas e carrancas :: Figuras de proa na Antiguidade :: Figuras de proa a partir da Idade Média :: Figuras de proa no Brasil :: A navegação no rio São Francisco :: Geografia do São Francisco :: Tipos de embarcação :: Barcas - origem e número :: Remeiros - suas superstições :: As carrancas :: Denominação :: Origem :: Tipologia :: Escultores :: Quantidade :: Histórico de sua coleta :: Apreciação artística :: A carranca nas artes :: A carranca na literatura :: Neruda e as carrancas :: Drummond e as carrancas :: O Comitê Internacional para o Estudo das Figuras de Proa :::


A concubina do guru e outros contos - John do Mato

A concubina do guru e outros contos, John do Mato, Editora Novo Século, 2013, capa brochura, 375 páginas, 415gr.

::: A cultura da Ilha de Malta, permeada pelos costumes, crenças e histórias vindas da África, somada aos fascínios da herança mediterrânea, maravilharam o jovem John do Mato, que até então havia tido contato apenas com a cultura do norte da Europa, região onde nasceu.

A concubina do guru e outros contos é uma coletânea de textos que reflete essa cultura africana e a herança da escravidão, mas de uma maneira ímpar, por meio de histórias que trazem decepções amorosas, traições entre amantes, superação de traumas emocionais; o amor e a arte como formas de superação do despotismo e da histeria; personagens inconformados e rebeldes; o confronto entre o bem e o mal, mostrando o caráter praticamente insuperável das diferenças sociais e culturais; superação de dramas pessoais e manifestação do mal por meio da literatura e da poesia; e até mesmo discussões teológicas e filosóficas acerca da religiosidade contemporânea. :::

Corpos para um vitral - Ana Júlia Poletto

Corpos para um vitral, Ana Júlia Poletto, Editora Novo Século, 2013, capa brochura, 126 páginas, 179gr, muito bem conservado. 

::: "Corpos para um vitral" é uma coletânea de contos que convida-o a enveredar pelo mundo das palavras, do significado, da compreensão. :::

:: Pelo tato a minha história se desvendaria, porque cada letra que apareceu na vida, toda a palavra, dita ou ouvida, foi imprimindo o que sou. Marcaram assim: de leve, no fundo. Como aquele beijo que tenho aqui, nessa peça um pouco mais pálida. Sinta: aqui na ponta do dedo tem um ponto-final. Feche os olhos, fica mais fácil para o tato guiar, se os olhos estão fechados. Sente? Foi numa noite que apontei a estrela que surgia. :::


terça-feira, 11 de agosto de 2026

Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira - Massaud Moisés

Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira, Massaud Moisés, Editora Cultrix, 6ª edição, 2001, capa brochura, 192x134mm, 488 páginas, 421gr. 

::: Fruto de vários anos de trabalho de uma equipe de críticos, historiadores e professores de literatura, o Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira constitui o digesto crítico de toda uma vasta biblioteca de referência. Nas suas páginas, o consulente encontrará perto de 400 autores, dos primórdios do século XVI aos dias de hoje, estudados em verbetes individuais, que fornecem, de cada autor, dados bibliográficos sumários, apreciação crítica da obra, relação dos livros principais e rol de fontes críticas para seu estudo. Além desses verbetes de autores, figuram aqui também verbetes de obras - nos quais são descritos e examinados livros de marcante presença na evolução histórica de nossa literatura, a exemplo de D. Casmurro, Os Sertões, Grande Sertão: Veredas, etc. - e verbetes gerais, que abordam, no contexto específico da literatura brasileira, o desenvolvimento histórico das escolas e movimentos estéticos, gêneros literários e formas poéticas, manifestações literárias regionais e aspectos gerais (filosofia, literatura infantil, influências, periodização, etc.). :::


Máscara e Personagem: O Judeu no Teatro Brasileiro

Máscara e Personagem: O Judeu no Teatro Brasileiro, Maria Augusta de Toledo Bergerman, Editora Perspectiva, 2013, capa brochura, 155 páginas, 159gr.

::: Ao judeu, o domínio cristão no Ocidente impôs severas limitações a sua integração nas coletividades majoritárias circundantes. Afora os períodos de perseguição e expulsão em vários quadrantes do continente europeu e o confinamento em guetos, os filhos de Israel eram impedidos de exercer certos misteres profissionais, de adquirir terras, de participar da vida política e, em grande medida, do debate cultural. Perversamente, tornaram-se alvo de uma tipificação, sempre baseada em estereótipos e imagens negativas, ancorada nos papéis sociais que compulsoriamente desempenhavam. A acusação de deicidas na Idade Média levou ao auge o preconceito e até hoje é uma das principais causas do antissemitismo, às quais se acrescentaram os mitos procriados pelas falsas ciências e pelas não menos falsas ideologias. 

Forjada, assim, a máscara social do judeu, ela passa a manifestar-se também na produção da cultura e das artes, principalmente na cena teatral que sempre foi, e continua sendo, uma das mais vivas arenas dos conceitos e preconceitos em debate e embate na sociedade.

Máscara e Personagem: O Judeu no Teatro Brasileiro, de Maria Augusta, como produto de uma longa e minuciosa pesquisa, analisa a inserção do tipo judeu na dramaturgia brasileira, pautada pela exploração superficial dos clichês herdados e realimentados pela tipificação negativa, configurando-se, afinal, como um veículo de manutenção de preconceitos. :::



Contos Mágicos Persas - Fernando Alves (org.)

Contos Mágicos Persas, Fernando Alves (org.), Editora Aquariana, 2004, capa brochura, 21x12,5cm, 90 páginas, 122gr.

::: O nome Pérsia origina-se do grego, e denominava o território correspondente ao atual Irã. Dessa terra culturalmente fértil, berço das mais antigas civilizações conhecidas, brotaram as narrativas aqui apresentadas. Os textos, alguns passados de pais para filhos, outros sem autoria definida, nos levam a fábulas mágicas, diálogos entre a natureza e os seres humanos e mensagens de pungente amizade. Sutilmente, às vezes com humor, outras com

fundo moral, somos levados a preciosas reflexões sobre a tolerância religiosa, o preço de querer levar vantagem em tudo, a importância da humildade e o respeito aos idosos. :::

O Arqueiro Zen e a arte de viver - Kenneth Kushner

O Arqueiro Zen e a arte de viver, Kenneth Kushner, Editora Pensamento, 2ª edição, 1992, capa brochura, 19x13cm, 130 páginas, 157gr. 

::: Entremeando a teoria com relatos pessoais do seu próprio treinamento, o autor analisa neste livro o relacionamento entre o kiudô e o Zen. Um caminho ou arte zen não se aprende unicamente para obter perfeição em determinada atividade. A meta do kiudô é interior. Se alguém estiver com a disposição de espírito apropriada ao arremessar a flecha, não importa se ela não alcança o alvo, pois, "mesmo que o não atinja, não deixa de acertá-lo". Para o aluno treinar o kiudô como um verdadeiro caminho, terá de se esforçar para manter esse mesmo estado mental durante o tempo todo. Então o kiudô torna-se um microcosmo de vida, e o arco, um meio eficaz de encontrar a própria personalidade. :::