O país dos petralhas, Reinaldo Azevedo, Editora Record, 2ª edição, 2008, capa brochura, 338 páginas, 513gr.
::: "Não pedirei a compreensão dos que se arvoram a ser juízes do meu trabalho só porque tenho a grande ousadia de defender o cumprimento da Constituição e da leis - ou tentem evidenciar o contrário -, e chamo de 'petralhas' (também de vagabundos, esquerdopatas, meliantes morais, vigaristas - a lista é imensa) os que pretendem solapar as bases da sociedade democrática. Quando Stédile invade uma fazenda produtiva, ao arrepio da lei, não vejo por que ele deva merecer um tratamento diferente do que recebe Marcola. E escrevo isso. E escrevo porque posso escrever. E escrevo porque não devo satisfações aos aiatolás do pluralismo de um lado só". :::

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