::: Esta história começa com os primeiros e fortuitos contatos iniciados já no século XVI, para enfocar, com ênfase, o caso dos alemães chegados a Campinas (SP) na segunda metade do século XIX, questão que mereceu os maiores cuidados da autora, que lhes dedicou, em quatro dos cinco capítulos do livro, o melhor de seus esforços.
Em 1873, por exemplo, cerca de metade dos moradores de Campinas era de origem alemã, havendo naquela época pelo menos uma cervejaria, uma fábrica de chapéus e um armazém de sua propriedade, além de outras indústrias, estabelecimentos comerciais, serrarias e grande número de oficinas de artesãos; enfim, uma história do trabalho que começou a ser composta pelos Exel, Krug, Faber, Bolliger, Kupfer... :::

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