::: O Kitsch é, sem dúvida, a palavra-chave para a compreensão de um sistema estético de comunicação de massa. O termo em seu sentido moderno surgiu em Munique por volta de 1860. Apesar de se constituir em um fenômeno social de grande envergadura, na consciência das línguas latinas permanece de forma letente por falta de um vocábulo próprio que o designe.
Abraham Moles, bastante conhecido do leitor brasileiro, se propõe a análise de kitsch através de um método semântico-integrador: parte de diversas acepções do termo para inserir em um amplo quadro sócio-cultural este esilo-marcado-pela-ausência-de-estilo, que cada vez mais caracteriza o modo de vida da sociedade afluente. :::
Abraham Moles, bastante conhecido do leitor brasileiro, se propõe a análise de kitsch através de um método semântico-integrador: parte de diversas acepções do termo para inserir em um amplo quadro sócio-cultural este esilo-marcado-pela-ausência-de-estilo, que cada vez mais caracteriza o modo de vida da sociedade afluente. :::

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