A princípio, seriam mil resenhas, mas logo chegarei a duas mil! Resenha, resumo... se o livro não tiver, o índice! No menu lateral, alguns assuntos, abrangendo cerca de 10% das resenhas do blog! Os títulos do blog são aqueles que vou cadastrando no site ou na Estante Virtual!
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Devoradores de sombras - Richard Lloyd Parry
Modernidades negras - A formação racial brasileira (1930-1970)
Modernidades negras - A formação racial brasileira (1930-1970), Antonio Sérgio, Alfredo Guimarães, Editora 34, s/d, capa brochura, 297 páginas, 369gr.
::: Autor mais citado do país nos estudos sobre relações de raça, classe e cor, e defensor de primeira hora das ações afirmativas e das cotas raciais, Antonio Sérgio Alfredo Guimarães reviu e reuniu aqui seus textos mais emblemáticos, alguns deles considerados já clássicos, sobre a constituição da intelectualidade e da consciência negras no Brasil do século XX. Estes ensaios, que incluem uma revisão do recente “A democracia racial revisitada”, foram articulados sob o conceito de “formação racial”, ou seja, o processo de ressignificação política que diferentes grupos fizeram do termo racista original, “negro”, como modo de identidade política para reorganizar a revolta, a luta pela igualdade e a construção de um novo imaginário coletivo — uma nova cultura, antirracista, descolonial e autêntica, que busca firmar um novo humanismo. :::
Memorial do inferno - A saga da família Almeida no Jardim do Éden
Memorial do inferno - A saga da família Almeida no Jardim do Éden, Valdeck Almeida de Jesus, Editora Scortecci, 2005, capa brochura, 195 páginas, 239gr.
::: Valdeck, enfim lá vai. Boa sorte! Um dia recebi um e-mail de Valdeck falando que queria que eu escrevesse um texto para a introdução do seu livro. Assim fez a minha cabeça: uma série de interrogações, interjeições, pontos seguimento e por fim um ponto final. Esse ponto final veio do reconhecimento da importância de ouvir os outros - suas histórias, suas angústias, suas vitórias, enfim... Tentar por uns instantes reeducar o nosso olhar para a história do outro, e assim reavaliar ou estimular ou reafirmar valores da nossa própria história. :::
Filosofia e Violência: Sentido e Intenção da Filosofia de Éric Weil
Filosofia e Violência: Sentido e Intenção da Filosofia de Éric Weil, Marcelo Perine, Edições Loyola, s/d, capa brochura, 338 páginas, 398gr.
::: Para Éric Weil, a polaridade de filosofia e violência exprime a profunda significação ética do ato de filosofar, o ato de uma liberdade que escolhe a razão e, por isso mesmo, situa e julga a não-razão, que tem lugar na recusa do consenso sensato, na recusa do universal, que abandona o indivíduo ao absurdo da violência. A filosofia de Weil parece alcançar aqui a fronteira última do espaço espiritual da nossa civilização, que acolhe em seu seio o ato de filosofar e que, por conseguinte, admite como ideal a busca da satisfação, não da desrazão do mais forte, mas na razão do melhor ou do mais justo. É aí que reside o motivo profundo da atualidade de Éric Weil, que se impõe a quantos se aproximam de sua obra. :::






