::: Entremeando a teoria com relatos pessoais do seu próprio treinamento, o autor analisa neste livro o relacionamento entre o kiudô e o Zen. Um caminho ou arte zen não se aprende unicamente para obter perfeição em determinada atividade. A meta do kiudô é interior. Se alguém estiver com a disposição de espírito apropriada ao arremessar a flecha, não importa se ela não alcança o alvo, pois, "mesmo que o não atinja, não deixa de acertá-lo". Para o aluno treinar o kiudô como um verdadeiro caminho, terá de se esforçar para manter esse mesmo estado mental durante o tempo todo. Então o kiudô torna-se um microcosmo de vida, e o arco, um meio eficaz de encontrar a própria personalidade. :::

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