::: Com seu desmesurado talento e sua ambição artística, Glauber Rocha é um protagonista explosivo, estrela entre os jovens que projetaram o cinema brasileiro para o mundo na década de 60. Vivendo como filmava, em transe contagiante, ele fez da juventude uma experiência libertária e, aos 25 anos, foi consagrado em Cannes com "Deus e o diabo na terra do sol". Quando assistiu à primeira projeção do filme, o jornalista e escritor Nelson Motta sentiu um impacto semelhante ao da primeira vez que ouviu João Gilberto cantando "Chega de saudade". De admirador passou a amigo de toda a vida de Glauber, e agora recupera a trajetória de seus anos de ouro. :::

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