Tocaia grande (A face obscura), Jorge Amado, Editoras Record/Altaya, 1996, capa dura, 421 páginas, 449gr.
::: Tocaia
Grande
(1984), de Jorge Amado, narra a fundação e o desenvolvimento de uma cidade no
sul da Bahia no início do século XX. A trama acompanha o ex-jagunço Natário da
Fonseca, que constrói um povoado marcado pela violência, pela diversidade de
seus habitantes e pela resistência ao coronelismo.
O romance tem início quando o jagunço Natário da Fonseca lidera uma tocaia (emboscada) a mando do Coronel Boaventura, dizimando um grupo rival na disputa por terras. Como recompensa, Natário recebe parte dessas terras para o cultivo de cacau.
O local, inicialmente apenas um ponto de parada para tropeiros, transforma-se gradualmente em um movimentado arraial. O que poderia ser uma típica cidade dominada pela opressão transforma-se em um refúgio para as mais diversas camadas marginalizadas da sociedade da época: prostitutas e cafetinas, ex-escravos, comerciantes e imigrantes. :::
O romance tem início quando o jagunço Natário da Fonseca lidera uma tocaia (emboscada) a mando do Coronel Boaventura, dizimando um grupo rival na disputa por terras. Como recompensa, Natário recebe parte dessas terras para o cultivo de cacau.
O local, inicialmente apenas um ponto de parada para tropeiros, transforma-se gradualmente em um movimentado arraial. O que poderia ser uma típica cidade dominada pela opressão transforma-se em um refúgio para as mais diversas camadas marginalizadas da sociedade da época: prostitutas e cafetinas, ex-escravos, comerciantes e imigrantes. :::

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